quinta-feira, 21 de maio de 2009

Por que o Google precisa comprar o Twitter?

A produção em sites colaborativos e em serviços da Web 2.0 vem aumentando exponencialmente a quantidade de conteúdo publicado na rede. Esse é um desafio para os mecanismos de busca, que precisam rastrear rapidamente todas essas novidades na rede. Foi justamente essa a principal razão da compra do
Blogger pelo Google em 2003. Diante da crescente publicação na blogosfera, o Google percebeu que precisava rastrear essas informações com maior agilidade.
Já em 2006, mesmo tendo o serviço Google Video, a empresa também reconheceu a importância da compra do YouTube. Essa aquisição bilionária não se justificava apenas pelo conteúdo lá publicado, mas também pela riqueza da base de assinantes do sistema. E, como tudo na Web 2.0, onde há um volume significativo de pessoas interagindo recorrentemente e produzindo bom conteúdo existe também o alto potencial de lucratividade. (Bem, no caso do YouTube os custos andam muito mais altos que seus lucros).

Pois essas são as mesmas razões que nos mostram que mais cedo ou mais tarde o Google comprará o Twitter. Na verdade, o Google precisa fazer essa aquisição. A base de assinantes do Twitter cresce de forma impressionante. O conteúdo publicado a cada segundo é muito rico e precisa ser rastreado pelo Google. Na verdade, o Twitter Search (ex-Summize) e o Twazzup já fazem um excelente trabalho. Mas, perder ações de busca para outros mecanismos é prejuízo para o Google, pois deixa de monetizar seus anúncios com valor pleno. E mais, a imagem de seu mecanismo de busca fica desafiada.

Além do potencial futuro do Twitter na área da propaganda online, a base de assinantes e os dados sobre as redes que eles formam são informações fundamentais para estratégias mercadológicas. É verdade que o Twitter ainda não explora a propaganda em suas páginas, mas ele vem se preparando para isso. Na primeira quinzena de abril o Twitter deixou escapar uma pista sobre como pretende começar a veicular anúncios. Como se vê na imagem ao lado, as definições veiculadas em breve serão comercializadas. Mesmo que a empresa tenha dito que a veiculação da frase "Sponsored definition" foi um engano (!), muito em breve estaremos vendo anúncios no serviço.
Apesar da falta de rendimentos, o Twitter continua angariando investimentos. Enquanto isso, o número de assinantes tem aumentado muito nas últimas semanas. Na sexta passada, a apresentadora americana Oprah deu a sua primeira twittada ao vivo em seu programa, entrevistou o Evan Williams (co-fundador do Twitter) e o ator Ashton Kutcher (o primeiro a ultrapassar a marca de um milhão de seguidores). Em tempo, ninguém me convence que todo esse destaque no programa da Oprah não passou de um testemunhal pago para aumentar o valor de venda do Twitter. Já aqui no Brasil, a grande imprensa descobriu o Twitter faz pouco. A capa da revista Época e uma matéria no Fantástico atraíram um novo público para o serviço.

Enquanto cresce o interesse pelo Twitter e o número de assinantes vai aumentando, cresce também o possível valor de venda. O Google ainda precisará esperar mais um pouco para conseguir comprar o Twitter. Esta empresa certamente está esperando o momento e o valor certo. Ou será que um Rupert Murdoch da vida vai comprar antes? Ou o Twitter vai resistir todas as ofertas, como fez o Facebook?

Eduardo McNamara

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Quantas edições diárias terão os novos jornais?


Não consegui postar ontem sobre o Kindle DX. Hoje li um texto bem interessante, do Alex Primo, a respeito do peso colocado sobre o lançamento da Amazon: ser a tábua de salvação dos jornais. Primo encerra com uma frase que levanta justamente o que mais me inquieta (mais ainda do que saber se o Kindle DX vai salvar os impressos):
- Um grave problema que vejo no Kindle é que ele não oferece acesso à Web. Logo, continuaremos lendo jornais com as notícias de ontem!Se o Kindle DX vingar, se ele se popularizar como um aparelho que atende à necessidade das pessoas continuarem lendo, como se fosse papel, mesmo aí... não será mais papel. Você não lerá mais aquele texto estático dentro do período de um dia. Haverá a possiblidade de atualização da notícia.Quantos jornais impressos serão produzidos então ao longo de um dia? Não estou falando de breaking news, de jornalismo online, que já é feito pelos sites. Vejo o jornalismo impresso com a proposta de aprofundar, contextualizar, analisar fatos e realidades. Se o modelo de distribuição deixar de ser pelo papel e passar a ser digital... qual o limite para se produzir jornal dentro de um dia? Seguirá sendo diário? Ou o assinante receberá mais de uma edição dentro do mesmo dia? Ou receberá uma edição pela manhã e atualizações constantes até a noite... durante a madrugada?

Eduardo McNamara

terça-feira, 19 de maio de 2009

Diferença entre Linux, Windows e Mac

Uma imagem vale mais que mil palavras…
Eduardo McNamara

Reutilização do Leite - Númeração no fundo da caixa

Lenda sobre reutilização de leite causa problemas no Tocantins

No Tocantins, uma lenda se espalhou, e os donos de supermercados estão sofrendo com as prateleiras de leite.

Prateleiras reviradas: nos supermercados do Tocantins, o consumidor não compra leite Longa Vida sem antes conferir o número no fundo das caixas. A explicação é curiosa. “Esse número diz a quantidade de vezes que esse leite foi trocado, porque ele tem uma data e um vencimento. E ele retorna à fábrica, para eles fazerem novamente um tratamento com ele

GALERA!

Desde janeiro de 2006 essa lenda circula pela internet.

“…Fiquei sabendo por fontes seguras que, por não serem vendidas até determinado prazo, essas caixinhas voltam para a fábrica para que o leite seja repasteurizado! Isso pode ocorrer por até 5 vezes, o que acaba deixando o leite com um sabor diferente, aumentando a possibilidade dele coalhar e reduzindo significativamente sua qualidade, já que o teor nutricional diminui.” - parte do email de 2006

Não há com o que se preocupar com a qualidade do leite Longa Vida. O número que aparece corresponde ao lote de fabricação da embalagem. E mais: antes de o produto chegar ao mercado, passa por uma avaliação rigorosa dos ministérios da Agricultura e da Saúde. Nos supermercados, o consumidor é alertado para não acreditar no boato.

Se quiser ler mais sobre o assunto, retirei do Bom Dia Brasil e do e-farsas.


Eduardo McNamara

Google convida usuários para estudo de usabilidade do Android em Netbooks

Após uma série de rumores e demonstrações de interesse por parte de fabricantes de Netbooks, a empresa Google publicou recentemente um convite para usuários que tenham interesse em participar de um estudo de usabilidade do Android em Netbooks.

Segundo a empresa, o estudo ajudará sua equipe a entender melhor as necessidades dos usuários e possivelmente incorporar melhorias em produtos futuros. Os usuários escolhidos passarão por um teste de 60 minutos e terão uma compensação de $75 doláres. Todas as sessões serão gravadas e o usuário será obrigado a assinar um contrato NDA.

Embora o Google tenha apoiado as iniciativas de empresas em querer implementar o Android em Netbooks, esta é a primeira vez que a firma de Mountain View demonstra um possível interesse em querer estudar e possivelmente trabalhar em conjunto com essas companhias.

Eduardo McNamara

Novo Enem: Exame Nacional do Ensino Médio



Como funcionará o novo sistema de seleção proposto pelo Ministério da Educação (MEC) – e que começa a ser adotado por algumas universidades federais e particulares ainda neste ano.


1. O que cairá no novo Enem?

Serão 200 questões de múltipla escolha divididas em quatro áreas do conhecimento (ciências naturais e humanas, linguagens e matemática), além de uma redação. O exame abrangerá menos assuntos do que o vestibular, mas falta o MEC dizer o que vai ficar de fora.

2. O que deve estudar alguém que vai tentar o ingresso, nos próximos meses, numa universidade que aderir ao modelo?

Na ausência de uma definição mais específica sobre o que será exigido na nova prova e quais as instituições que vão adotá-la, o ideal é preparar-se tanto para o vestibular quanto para o atual Enem (cujos simulados podem ser encontrados no site do MEC). A velha versão do exame testa apenas habilidades mais gerais, como a capacidade de interpretar textos e de solucionar problemas da vida real, e muito pouco conteúdo específico. Do antigo Enem, a nova prova manterá a contextualização das questões – mas elas passarão a ser 100% calcadas nas disciplinas do ensino médio.

3. Os cursinhos vão preparar os alunos para o novo Enem ainda neste ano?

Sim. Quatro das maiores redes do país afirmaram a VEJA que vão fazer adaptações nas aulas e no material didático de modo a treinar os alunos para o novo exame.

4. O Enem passará a ser o único critério para a seleção nas universidades que o adotarem?

A decisão caberá a cada instituição. O MEC propõe dois modelos. No primeiro, as universidades podem usar o resultado da prova como preferirem, inclusive fazendo uma segunda fase própria. A outra opção é aderir ao Sistema de Seleção Unificado. Neste caso, é necessário que o Enem seja a única etapa do processo seletivo. As vagas ficam disponíveis em um sistema eletrônico de inscrição, válido para todo o país.

5. É possível usar o mesmo Enem para se candidatar a uma vaga em diferentes universidades?

Sim. Este é exatamente o propósito da prova nacional. No entanto, nos casos em que a universidade aderir ao Sistema Unificado haverá um limite de até cinco opções por candidato, que devem ser colocadas em ordem de preferência. As vagas de um curso serão oferecidas antes àqueles estudantes que o tiverem escolhido como primeira opção.

6. Como saber se a nota obtida no exame será suficiente para o ingresso num curso?

Esta é uma das principais mudanças do sistema proposto pelo MEC: o aluno receberá sua nota antes de se inscrever nos concursos das faculdades e poderá, ainda, consultar as médias dos demais candidatos à vaga que ele deseja. Isso será feito por meio do sistema on-line de inscrições, onde tais informações estarão abertas a consulta. Assim, o candidato passa a ter uma visão muito realista de suas chances no processo seletivo.

7. Pessoas que se formaram na escola há mais tempo podem fazer o novo Enem?

Sim. Qualquer pessoa com diploma de conclusão do ensino médio pode se inscrever – não importa a idade.

8. Quando será divulgada a lista das universidades federais que vão adotar o novo sistema em 2009?

O prazo-limite é até o fim de abril, uma vez que, caso optem pelo vestibular tradicional, as instituições precisam ter tempo hábil para formular as provas e organizar o concurso. VEJA ouviu 51 dos 55 reitores de universidades federais. Destes, 25 são favoráveis à mudança neste ano, mas falta submeter a questão aos respectivos conselhos.

9. Faculdades estaduais e particulares também podem aderir?

Sim. Na semana passada, o ministro Fernando Haddad se encontrou com dirigentes de instituições estaduais e particulares justamente para tentar atraí-las. Mais de 500 particulares já avisaram que vão aderir. A USP e a Unicamp, que têm os dois maiores vestibulares do país, vão ficar de fora, pelo menos em 2009.

10. Uma nota ruim no Enem pesará contra o estudante?

Não. É do aluno a decisão de apresentar o resultado às universidades – ou simplesmente ignorá-lo e fazer uma nova prova. Não há limite de vezes para tentar o Enem.

11. Qual será a periodicidade do Enem?

Neste ano, haverá só um, nos dias 3 e 4 de outubro. Em 2010, o MEC pretende aplicar pelo menos dois. A meta é chegar a sete por ano, como o SAT, modelo americano no qual se inspira o novo Enem.

12. Se o aluno quiser tentar a transferência de curso ou de faculdade terá de fazer o Enem?

Não necessariamente. Hoje, cada universidade tem um sistema próprio para selecionar os alunos que pedem transferência. Algumas avaliam o boletim da faculdade, outras aplicam um teste. Se quiserem, poderão também considerar a nota no novo Enem. Nesse caso, quem não tiver realizado o exame precisará fazê-lo.

13. Por quanto tempo a nota da prova será válida?

O MEC ainda não bateu o martelo, mas a tendência é que feche o prazo em três anos. Nesse período, o aluno pode apresentar a mesma nota às universidades. Como o Enem é um exame padronizado, ao contrário do vestibular, estatisticamente é possível, sim, comparar as médias de alunos que realizaram provas em anos diferentes.

14. Quem vai elaborar e corrigir as provas?

O Inep, órgão ligado ao MEC que já cuida de outras avaliações oficiais, como o próprio Enem. Uma comissão de especialistas ajudará a estabelecer o conteú-do do exame. Uma empresa especializada em aplicação de provas, que será definida por licitação, ficará encarregada da logística do concurso.

15. Se o candidato fizer o Enem durante o ensino médio, ele poderá guardar a nota para quando se formar?

Não. A nota só será válida para aqueles estudantes que já completaram o ensino médio.

16. Haverá alguma mudança nas universidades que já adotam cotas?

Não muda nada. Cotistas e não cotistas terão de fazer a mesma prova.

Aoki San

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O meu, o dele, o teu…

Ficou meio estranho falar do TEUCU... Tinha me esquecido de falar do que se tratava o TEUCU mais agora venho me explicar

Qual sigla poderia vir de uma empresa de crédito chamada “Toronto Electrical Utilities CreditUnion”

Pois é, eles usaram as inicias. Por isso precisando de dinheiro, pense no TEUCU!

Um dos objetivos é bem claro:

“TEUCU exists solely to enhance the financial position of our members.”

Ou seja “TEUCU existe para aumentar a a capacidade financeira de todos os sócios”

Não conhece ainda, mas sempre quis saber mais sobre TEUCU? Clique e conheça: www.teucu.com

Eduardo McNamara

Agora é Sério, Fodeu.

Depois de descobrir que é possível ganhar muito dinheiro com o TEUCU, é preciso saber investir…

Que tal a Fundação para desenvolvimento urbano da América Central?? Afinal, depois de ganhar muito dinheiro com TEUCU, pense FUDEU!

Isso mesmo, a “Fundación para el Desarollo Urbano” é uma organização que investe em melhorias urbanas. Clique e conheça : www.fudeu.org

Acho até que deve ter alguma empresa desta parecida por aqui… É só procurar saber sobre desenvolvimento urbano no brasil, você também pensa “Fudeu!”

Eduardo McNamara


Homem compra DVD pornô e descobre traição da mulher

Lee (dir) comprou um DVD pornográfico e acabou descobrindo a traição da mulher. (Foto: Reprodução/Liberty Times)

Um carpinteiro de Taiwan comprou um DVD pornô e acabou descobrindo a traição de sua mulher. O filme foi gravado secretamente em um motel onde sua mulher manteve relações sexuais com um amigo do marido, segundo o jornal taiwanês "Liberty Times".

O marido, identificado apenas pelo sobrenome Lee, descobriu a traição da mulher após comprar o DVD em 2002. Em agosto de 2008, Lee atacou o açougueiro na cidade de Chungli e acertou uma facada na coxa do ex-amigo.


De acordo com o jornal, o filme pornográfico tinha sido feito com uma câmera escondida no motel e estava em um DVD chamado "casos com as esposas dos outros", que o marido comprou de um vendedor para assistir em casa. 

Lee, que vive no Condado de Taoyuan, se separou da mulher depois de assistir ao filme. O ex-amigo fugiu da aldeia. O açougueiro processou Lee por agressão física, mas Lee não conseguiu processar o açougueiro por adultério, porque já havia passado cinco anos. 

A Justiça pediu para os homens resolverem o caso fora dos tribunais, mas eles recusaram. Lee foi indiciado na terça-feira acusado de provocar danos corporais em outra pessoa, segundo relatou o jornal "Liberty Times". 

Lee deve pegar menos de seis meses na prisão, pena que pode ser convertida em multa.


By Aoki San

terça-feira, 12 de maio de 2009

Novos Membros =)




Novos integrantes em Breve! Abordando novos assuntos e talvez contibundo para deixar o blog menos pior =)

Eduardo McNamara